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A ACIP – Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares é indiscutivelmente a maior e mais representativa associação do sector de âmbito nacional.

Compete à ACIP defender e proteger os legítimos interesses e direitos dos seus associados.

A ACIP está seriamente preocupada com os alarmantes custos de contexto inerentes ao fabrico deste produto básico sustento da humanidade – o pão – consumido por todos os quadrantes etários e classes sociais, alimento seguro por excelência, substituindo por vezes uma ou mais refeições, de qualidade irrefutável e essencial a uma alimentação equilibrada.

Considerando os constantes aumentos dos combustíveis, das farinhas e da eletricidade, entre outros, que depois de imputados aos outros custos de produção, refletir-se-á provavelmente num aumento do preço final deste bem essencial.

A não se verificar o reajuste necessário imediato por forma a fazer face a estes galopantes e insustentáveis aumentos, corremos o sério risco de presenciarmos o encerramento diário de cada vez mais empresas e, consequentemente, contribuirmos para um aumento sério do número de desempregados, tornando cada vez maior a agonia de numerosas famílias.

A ACIP não pode deixar de alertar todos os agentes económicos que operam neste sector que grande parte das milhares de empresas que compõem o nosso universo estão em risco de falir porque se encontram já abaixo do limiar da rentabilidade, em consequência dos aumentos verificadas em toda a envolvente produtiva.

A ACIP enquanto associação sectorial responsável tem o dever de alertar os decisores de toda a fileira, que compreendendo os motivos que os levam a aumentar os bens envolvidos na composição dos preços de produção do pão e afins devem estar sensíveis ao facto de que esses aumentos, quando não efetuados de uma forma racional, podem levar a uma situação catastrófica de incumprimento por parte das empresas arrastando todas as partes envolvidas para processos de insolvência. Assim sendo, e para conseguirmos levar o barco a “bom porto”, apelamos ao bom senso das partes, de forma a preservar as empresas e os postos de trabalho, que são o garante da continuidade desta área de negócios.

A direção da ACIP